• Mabel Cristina Dias

Os 5 passos para a cura



Nos dias de hoje ,falar de cura não é das tarefas mais fáceis.


A cura entrou para a lista dos assuntos polêmicos junto com política, drogas, sexo e religião.


Diz o ditado popular : “De médico e louco todo mundo tem um pouco”, mas basta falar de cura em uma conversa para alterar os ânimos e até mesmo perder um amigo.


E por que a cura, que é um processo natural e universal comum a todos os seres vivos, se tornou um verdadeiro tabu? Por causa da visão de mundo ultrapassada que predomina em nossa sociedade.O grande problema é a percepção distorcida que o homem moderno tem de si mesmo e da realidade que o cerca..


Do ponto de vista legal, só os profissionais de saúde podem falar sobre cura, desde que estejam em concordância com a ciência oficial e os órgãos regulamentadores de classes ( Conselhos Regionais de Medicina, Odontologia, Psicologia, etc).


Tirando esses profissionais, não se pode falar de cura sem arranjar problemas para si.


Se você disser que aplica e ensina qualquer método de cura que não seja aprovado por estes órgãos será considerado um charlatão e poderá ser processado.


Como evoluiremos para uma sociedade saudável se não abrirmos a discussão sobre a cura?


Sou favorável à liberdade de expressão, principalmente quando se trata de um assunto que interessa a todos como esse em questão.


Portanto, vou me valer do fato de ser médica e livre- pensadora para falar de cura muitas e muitas vezes, da maneira como entendo que ela se processa.


Compartilharei com você uma visão expandida da cura, que integra :


• medicina ocidental.


• medicina tradicional chinesa.


• outras medicinas energéticas.


• medicina informacional.


• e os os estudos mais sérios sobre a consciência.


A princípio isso pode parecer complicado, mas vamos ao longo do tempo esclarecer tudo.


O importante é você se empoderar, e o conhecimento tem esse poder.


Até o final deste artigo você saberá como usufruir, passo a passo, deste modelo de saúde e bem-estar.



Por que falar de cura?



Apesar da grande evolução tecnológica da medicina moderna, a sociedade nunca esteve tão doente e, pior, dependente dos serviços médicos e da indústria farmacêutica.


Quantas pessoas você conhece que tomam medicamentos de uso contínuo, mas não transbordam saúde? Pelo contrário, elas lhe parecem limitadas, sem energia e disposição?


Aposto que muitas! Infelizmente essa é a nossa realidade atual, criada por uma percepção distorcida da realidade e da saúde.


Por isso, é urgente que o maior número de pessoas tenha contato com o novo paradigma científico , para que se apodere de uma sabedoria que parecia perdida,mas que agora renasce como fênix.


Esse novo/antigo conhecimento vai nos levar a patamares superiores de saúde, como indivíduos e como coletividade.


Quando uma pessoa se sente doente ou recebe um diagnóstico médico qualquer, começa a se questionar sobre as causas da sua doença.


Surgem as famosas perguntas:


“Por que estou doente”?


“Como peguei isso”?


“Quem vai me curar”?


“Quando estarei curado”?


Essas dúvidas refletem exatamente essa visão de mundo materialista que vigora há mais de trezentos anos e que é a maior responsável pelo número assustador de doentes no mundo.


A grande maioria das pessoas entende a doença como sendo o resultado da ação de algo externo a elas, como, por exemplo, os micróbios, os alimentos, os agrotóxicos ou a mudança de clima.


Outros atribuem seus males à genética, esse ” fantasma” herdado dos pais, do qual não se tem escapatória.


As doenças ganharam até identidade própria, quando foram batizadas pela medicina com nomes próprios.


Falamos, então, “do diabetes”, “do câncer”, “do infarto” como se fossem alienígenas invasores dos nossos corpos e que, da mesma forma, devem ser extirpados por alguém( nesse caso, pelo médico).


A doença se tornou uma referência de quem somos: “eu sou hipertenso”… ” eu sou diabética”…


Esse estado de identificação com a doença reforça ainda mais a desarmonia em nós.

Como consequência, essa visão limitada : “A doença vem de fora e alguém vai curá-la”, torna a sociedade a cada dia mais doente, pois isenta a pessoa da responsabilidade sobre a própria saúde.


O indivíduo doente se sente como vítima da doença , o que desativa o seu poder natural de autocura.



Mas, o que é cura?



NÃO! Curar não é apenas eliminar os sintomas.


Os sintomas são apenas indicadores de que algo não está bem em um nível mais profundo de nosso ser.


Eles são como luzes acesas no painel do automóvel indicando que há um problema a ser investigado.


Por isso, para se curar um problema físico ou mental é preciso investigar e tratar a causa do mesmo.


Em 100% dos casos, a causa de uma doença é a contração da nossa consciência, daquilo que somos em essência.


Essa contração da consciência afeta o nível de energia e informação que o organismo recebe, iniciando uma desarmonia energética e depois física.


Curar é restabelecer o bem-estar em todas as áreas da vida.


É um processo que abrange o indivíduo como um todo.


Se essa visão de conjunto não for contemplada, a cura não se sustenta por muito tempo.


Curar é remover um bloqueio que o mantém separado do Campo da Consciência do qual faz parte, cuja inteligência e amor ordenam todo o Universo.


Lembre-se:


Saúde é Ordem (conexão com o Todo)


Doença é Desordem (falta de conexão com o Todo)


A sua permissão para se reconectar com o Todo, com o Campo da Consciência Una, é o que pode lhe curar de verdade, não o desejo do seu ego de se curar.


Quando seu ser entra em fluxo com o Todo (que está tanto fora quanto dentro de você), volta a se equilibrar gradativamente.


Entrar em fluxo significa vibrar na mesma frequência, entrar em ressonância harmônica com Ele.


Isso só é possível porque você e o Todo são ondas, portanto podem interagir naturalmente e trocar energia e informação, pelo princípio físico da interferência construtiva de ondas.


Isto é, o Todo transmite energia e informação de cura quando você entra em fase (sintonia vibratória) com Ele.


Curar-se é deixar de se identificar com o ego e permitir que a sua Essência permaneça no domínio de seu ser.


Se estivesse viajando de avião, quem preferiria que estivesse pilotando: o comissário de bordo ou o comandante?


A resposta é óbvia, mas a maioria permanece viajando com um piloto sem habilitação.


A verdadeira cura não depende só do curador ,das terapias e medicamentos.


Tudo isso ajuda, facilita até determinado ponto, mas o processo de cura é mais sutil do que isso.



Quem pode me curar?



Em última instância, a cura é um “acordo” firmado entre a pessoa e o Todo.


Por isso, ninguém cura ninguém.


Aquele ao qual chamamos curador é somente um facilitador da reconexão perdida entre a pessoa e o Todo.


Temos livre-arbítrio para aceitar ou não o fluxo curativo que nos chega.


Se o doente não permitir ser curado em algum nível do seu ser, seja no consciente ou no inconsciente, a cura não acontecerá contra sua vontade.


Todos podem se tornar facilitadores da própria cura ou da cura de outros seres.


Não é um privilégio de alguns, mas uma capacidade que todos podem adquirir.


A primeira coisa a fazer é curar a si mesmo através do seu alinhamento com o Todo.


Feito isso, teremos um nível de presença capaz de facilitar a reconexão dos demais.


É importante entender que a cura não diz respeito a uma doença e sim a todo o ser.


A doença é só o desequilíbrio momentâneo gerado por uma contração da consciência.


Quando se trabalha em comunhão com o Todo, sempre há algum tipo de cura acontecendo.Nem sempre o resultado é aquele que a pessoa esperava, porque o ser humano ainda tem uma visão limitada da realidade.


Quando há o realinhamento com o Todo pela própria vontade e permissão da pessoa, mesmo assim, pode não haver uma cura física, o que não significa que não houve cura.


Em outras ocasiões, a morte do corpo físico acontece, mas a consciência eterna segue em frente,fortalecida e curada.


É preciso expandir a percepção sobre a realidade e aceitar a cura que foi possível acontecer, naquele momento.


Quando se percebe dessa forma, fica fácil compreender que a cura sempre acontece, de uma forma ou de outra.



Cura pela informação



É importante saber que o corpo e a mente não estão separados como se pensa e,sim, totalmente integrados.


Esse sistema corpo-mente possui um mecanismo natural de autorregulação encarregado de nos manter saudáveis, isto se permitirmos e não atrapalharmos o processo com nossas dúvidas, ansiedade e negatividade.


Por essa razão um corte na pele cicatriza espontaneamente, um resfriado ou uma diarreia se resolvem sem medicamentos, em condições naturais.


Há uma inteligência que ordena os processos de cura e ela se chama informação.


Cada célula do corpo contém toda a informação que precisa para se reparar, porque contém toda a informação do Universo em si, de maneira holográfica.


E o que é um holograma ?


Hologramas são imagens tridimensionais obtidas por interferência de raios laser.

Você já deve ter visto aquelas imagens que parecem se movimentar quando mexemos no cartão em que estão impressas ou aquelas que parecem estar em suspensão no ar, em 3D, comuns em filmes de ficção científica como Star Trek...

São hologramas!


Os hologramas possuem uma característica única: cada parte deles possui a informação do todo.


Assim, se formos cortando em pedaços um holograma , esses tem informações da imagem do mesmo holograma completo.


Voltando, se a saúde não é uma coisa que precisemos buscar, já que é nosso estado natural, então, por que há tantas pessoas doentes?


Porque os seres humanos estão na contramão da sua própria Natureza, da sua Essência.


Quem compreender profundamente o que está sendo dito aqui e se permitir viver essa experiência de cura, estará dando os primeiros passos para a construção de uma nova realidade de saúde plena.


A medicina ocidental vê o ser humano como resultado de processos meramente químicos e biológicos.


É como se fôssemos máquinas que se comportam de forma pré-determinada, assim como relógios que, quando defeituosos, devem ter suas peças reparadas ou trocadas.


Essa visão propiciou os avanços médicos que dispomos hoje como medicamentos, cirurgias, transplantes, vacinas, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia.


As terapias tentam consertar ou substituir o que está funcionando mal.


Mesmo com todo esse arsenal, as doenças crônicas (físicas ou mentais) estão ganhando terreno.


As principais causas das doenças segundo a medicina ocidental são: dieta inadequada, o sedentarismo, a genética, e a exposição a substâncias e radiações tóxicas.


Já a milenar Medicina Oriental trata o ser humano de uma forma mais holística, considerando as emoções e o espírito (ou a consciência) como fatores tão importantes, ou mais, que os físicos.


Por sua vez, a nova visão de mundo que está surgindo com a Física Quântica -o paradigma quântico- considera a consciência como fator essencial para se entender o funcionamento do Universo.


O que as tradições filosóficas e espirituais vinham apontando há milênios, agora pode ser explicado pela ciência...


Espiritualidade e ciência convergem para o fato de que a consciência é a base de tudo o que há, incluindo a matéria e , por conseguinte , o nosso corpo.


Sendo assim, o adoecer e o curar é mais uma questão relativa ao grau de consciência do ser – aspectos mentais, emocionais e espirituais – do que propriamente de fatores externos a ele.


Um modelo simples e elegante, mas, infelizmente, ignorado pelo sistema médico atual.



O que fazer quando estiver doente?



Na prática, todo problema de saúde deve ser visto de uma perspectiva mais ampla ( Big Picture, como diz o físico Thomas Campbell)


Para facilitar, sempre que eu falar de saúde ou mesmo de uma doença qualquer, abordarei os 5 níveis que devem ser investigados e trabalhados até que a cura aconteça:


Nível 1: Aspectos físicos


Quais os sintomas físicos e/ou mentais que estou apresentando?


Quem ou o que pode me ajudar a amenizá-los?


Nível 2: Aspectos energéticos


Qual a origem energética do meu problema?


Quem ou o que pode me ajudar a harmonizá-la?


Nível 3: Aspectos emocionais


Como as emoções estão gerando meu desequilíbrio energético?


Quem ou o que pode me ajudar a equilibrá-las?


Nível 4: Aspectos mentais


Quais as crenças limitantes que estão causando meu desequilíbrio emocional?


Quem ou o que pode me ajudar a reconhecer e substituir tais crenças?


Nível 5: Aspectos conscienciais


Onde a minha consciência está contraída?


Quem ou o que pode me ajudar a expandi-la?


Esse vai ser o esquema que usaremos daqui para frente.


Essa abordagem vai lhe ajudar muito a compreender a fonte da saúde e as causas do adoecimento.


Deixe suas dúvidas e comentários. Eles são muito bem vindos!


Compartilhe esse texto com seus contatos.


Vamos juntos disseminar saúde pelo mundo?



Abraço fraterno,


Mabel Cristina Dias


Curando o mundo através de Você.

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